O Blog do Roberto Porto


A surpresa que Varanda descobriu


Minha dileta amiga e companheira Camila Augusta, alvinegra apaixonada, haverá de me perdoar mais uma vez. Mas a foto que publico hoje também não é do seu tempo nem de muitos botafoguenses que me acompanham. Ela, a foto, me foi cedida pelo amigo de fé Ricardo Baresi, do Vestiário Alvinegro e por mim foi totalmente identificada, o que não é lá um grande feito. Mas foi a verdadeira enciclopédia do Botafogo, Pedro Alves Varanda, quem a colocou no tempo e no espaço. A rigor, com o arquivo do Varanda, sou capaz de escrever as coisas mais incríveis sobre nosso clube do coração.

Aí estão, pela ordem, de pé, da esquerda para a direita, Robert (Bob) James Neil (que seria banido do clube pouco depois); Beto (campeão de 1957), Amaury (também campeão daquele ano), Nílton dos Santos (bicampeão mundial), o falecido Américo Pampolini e o doutor Ronald Alzuguyr (dentista de alta qualidade); agachados, na mesma ordem, Neivaldo Carvalho (meu amigo que já se foi, marido de dona Cleide), Valdir Pereira, Paulo Catimba Valentim, Mané Garrincha (na meia-esquerda, posição em que se achava craque) e Cañete (o paraguaio que jogou pela janela o tetracampeonato pretendido pelo crube – aliás, clube – da Beira da Lagoa.

Esta foto é de 17 de fevereiro de 1957 – pouco antes de meu aniversário – e, por incrível que parece, o Botafogo, com esse timaço, perdeu do Valeriodoce por 2 a 1, com nosso gol marcado por Pampolini,. Também, num gramado desses, qualquer resultado seria lógico (nem arquibancada aparece) e o público é rigorosamente desconhecido. Nem o Varanda, que tudo sabe, desconfia de quanta gente assistiu a esse jogo ou jogo-treino. O fato é que este Blog não apenas focaliza vitórias e êxitos. É, modestamente, uma mal-escrita história do Glorioso Botafogo de Futebol e Regatas e eu adoro reviver fatos do passado – para não ficar escrevendo sobre a Flapito.

Dois fatos marcam esta bela foto: a presença de Bob (praticamente despedindo-se do Botafogo) e Garrincha, na meia-esquerda. Bob, cria dos juvenis do clube, já falecido, foi acusado pelo ator Raul Roulien de ter levado grana no jogo Vasco 3 a 2 Botafogo, no Campeonato Carioca de 1956 (quem levou dinheiro foram outros dois que não posso contar). E Garrincha, com a número 10 às costas, se achava o melhor meia-esquerda do mundo (jogou na posição, contrariando ordens de Feola, contra a Inglaterra, na Copa do Mundo de 1962). Aliás, arrebentou e trouxe a Jules Rimet para o Brasil, com uma Seleção Brasileira que tinha cinco jogadores do Botafogo – Nílton Santos, Didi, Garrincha, Amarildo e Zagalo.

Torno a pedir que me perdoem os mais jovens, mas ao escrever sobre o passado do Botafogo fico mais Botafoguense ainda.

O que fazer?

Feliz Páscoa!


Roberto Porto

portoroberto@uol.com.br



Escrito por Roberto Porto às 20h59
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UM TIME PARA NUNCA ESQUECER

Infelizmente, este texto de hoje não é para gente da idade da Camila Augusta nem tampouco para pessoas como meu parceiro César Oliveira. Os dois e mais um montão de alvinegros atuais. É para botafoguenses mais velhos. Mas uma oportunidade dos mais novos – e os não tão novos, quanto o César – conhecerem histórias do centenário e apaixonante Glorioso.

E também uma homenagem ao zagueiro argentino Oscar Basso (1923-2008), que faz pouco viajou para a eternidade. O time que está aí posado, no Maracanã, a 21 de novembro de 1950 – eu estava lá, com meu saudoso tio Júlio Lopes Fernandes (1898-1983) – derrotou o Madureira por 3 a 0, gols de Válter, Néca e Zezinho e seguiu com esperanças ao título que foi do Vasco, após uma final disputadíssima contra o América.

O time da foto que ilustra o Blog jogou com Osvaldo, Rubinho, Basso e Nílton Santos; Carlito Roberto, Ávila e Néca; Zezinho, Ariosto, Otávio e Válter. Na foto, para que os jovens fiquem sabendo, estão, de pé, da esquerda para a direita, Carlito Roberto, Oscar Alberto Américo Basso, Osvaldo (Baliza) Alfredo Santos, Nílton dos Santos, Osvaldo Ávila e Rubem Machado (Rubinho) Ramos; agachados, na mesma ordem, Manoel dos Santos (Néca) Vitorino, Moisés (Zezinho) Ferreira Alves), Ariosto de Barros Perlingeiro, Otávio de Moraes e Válter da Costa e Silva que, obviamente, nada teria a ver com o futuro Presidente da República, após a deposição de João Goulart. Isso já seria assunto da política.

Por que – haverão de perguntar os mais jovens – eu quis dar esta foto de meu gigantesco arquivo pessoal? Para homenagear o hermano Oscar Basso, que foi um dos astros do San Lorenzo de Almagro, da Argentina, e que defendeu o glorioso Botafogo de Futebol e Regatas por apenas 20 vezes, com classe, categoria e eficiência. Certa vez, inclusive, Nílton Santos me disse que Basso fora “o melhor zagueiro central com que jogara”, esquecendo-se do companheiro Gérson dos Santos, campeão carioca de 1948 e que jogou na Seleção Brasileira (no lugar de Pinheiro) nas eliminatórias da Copa de 1954.

Quis mostrar também, aos organizadores do site oficial do Botafogo de Futebol e Regatas – chefiado pela tricolor Mariucha Moneró – que, modéstia à parte, conheço mais de Botafogo do que todos eles do marketing, inclusive o diretor Jefferson Mello. Até porque não sou Botafogo de ocasião e sim botafoguense toda a minha longa vida, desde menino, até a vitória de domingo passado sobre o Simpaticíssimo. E que jamais, em tempo algum, colocaria no site – do qual me cortaram até o acesso gratuito como jornalista – que o Glorioso quebrou uma escrita. Que escrita? Manga, lá em Miami, não concordou com a bobagem do site “Botafogo no Coração”.

Se o Botafogo derrotou o misto-frio do crube (aliás, clube), também jogou com seu mistão quente. Ou por acaso a imprensa esqueceu que jogamos sem os antigos titulares absolutos Joílson, Juninho, Leandro Guerreiro, Luciano Almeida, Dodô e Zé Cachaça Roberto? Qual o clube brasileiro que, numa temporada, resistiria atuar com uma equipe tão modificada de uma hora para outra, entre traições e contusões sérias? Só o Botafogo, que espera que o procurador rubro-negro cumpra com o seu dever e não fique por aí dizendo que é rubro-negro. Faça sua obrigação e denuncie o que houve em campo.

Mas fica aqui minha homenagem a Oscar Basso.

Fique em paz, hermano.

Saudações Botafoguenses,

Roberto Porto

portoroberto@uol.com.br



Escrito por Roberto Porto às 16h42
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Meu nome é Johnny



Tomei conhecimento de que meu companheiro João Alves Jobim Saldanha (1917-1990) seria alvo de um filme quando André Iki Siqueira me ligou pedindo fotos do João. Falei que ele procurasse meu amigo César Oliveira, guardião digital do meu arquivo de fotografias. Na medida do possível, contribuí para a iconografia do filme. E estou lá com muito orgulho, falando do grande João.

Mais tarde, outra grande notícia. Era tanto material, tanta informação, que André não resistiu a fazer o livro João Saldanha: uma vida em jogo (Cia. Editora Nacional, 552 páginas, R$59,00) que recebi em casa por obra e graça do LivrosdeFutebol.Com. Um livro que leva às lágrimas quem que tenha convivido com ele, lido seus textos, visto sua presença na tevê, ouvido seus comentários, torcido por suas vitórias na Seleção Brasileira.

João foi muito mais que um comentarista esportivo: sua vida foi um filme de aventuras. “João” – o filme, me conta André Siqueira, registra os fatos que marcaram a vida de Saldanha, um homem sempre envolvido nos grandes acontecimentos do País, especialmente na luta pela democracia, no futebol e na cultura.

João foi polêmico, carismático e popular. E, como todos sabemos, sempre imensamente apaixonado pelo Botafogo. Aliás, João não fazia nada sem paixão. Nem nas brigas, nos debates ou em família. Vivi muitas histórias ao lado dele. E outras por ouvir contar – porque João virou lenda e mito. Algumas delas eram inacreditáveis, saídas de sua prodigiosa cabeça. Outras, por conta disso mesmo, gloriosamente inventadas pelo sacana de Sandro Luciano Moreyra (1919-1987). Mas com o João, nada era impossível.

André manda me dizer que seu filme conta os principais fatos históricos do Brasil e do mundo que tiveram influência na vida do João Sem Medo. Sua formação política e a atuação no PCB e sua ligação política internacional. O menino de pai rico que virou dirigente estudantil e do Partido Comunista. O jornalista que iniciou a carreira cobrindo a Segunda Guerra na Europa. O técnico que estruturou a Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 1970, desafiou o regime militar, mandou os generais às favas e saiu da Seleção pela porta da frente.

Em João, tudo era superlativo. Suas frases antológicas, livros, colunas e comentários em rádios e tevês. Suas idéias sobre a modernização do futebol brasileiro, sobre a violência do futebol, a necessidade de cuidarmos das divisões de base e dos campos de várzea, eram tão revolucionárias que nem foram completamente assimiladas naquela época. Se pegarmos, hoje, um coluna do Saldanha sobre o futebol brasileiro, vamos achar que ele está vivo e sabe de tudo. Porque ele sabia mesmo.

Tinha uma linguagem direta, popular, simples, forte e eficaz, que criou uma escola. Era engraçado entrar na redação e vê-lo batucando furiosamente as teclas da máquina de escrever, falando com ela, ditando o texto que, ao mesmo tempo, escrevia. João era de comunicação fácil e defendia com unhas e dentes as suas idéias e ideais. Conseguiu ser quase unanimidade nacional na maior paixão brasileira: o futebol e a Seleção. Quem não gostava dele, como no samba popular, era ruim da cabeça ou doente do pé.

Agora, André me avisa que o seu, o nosso João Saldanha foi selecionado para ser apresentado no festival “É Tudo Verdade”. Nada mais apropriado. Porque João, mesmo fantasiando, era a verdade em forma de gente.

Que bom que André e Beto Macedo (gaúcho, torcedor e ex-diretor do Botafogo) conseguiram levar a cabo uma ampla pesquisa de imagens e entrevistas, mesas redondas e arquivos familiares, e contar com o precioso arquivo de imagens do Canal 100, lendário cinejornal de Carlinhos Niemeyer, um dos mais ricos arquivos futebolísticos que esse País já viu – e que merece todo o apoio para ser complematamente recuperado e preservado como jóia.

João será exibido pela primeira vez na segunda-feira, dia 31 de março, às 20h00, no excelente Unibanco Arteplex, da Praia de Botafogo. Tem bis na quinta-feira, dia 3 de abril, às 14h00, no mesmo local. São Paulo vai ver o filme no SESC, onde será exibido nos dias 2 de abril (quarta-feira) às 21h00; e no dia 3 de abril, às 13 horas.

Estou esperando o convite, André e Beto! Esse, eu não perco por nada nesse mundo! E ainda vou comprar o DVD quando ele sair!

Saudações Botafoguenses,

Roberto Porto

portoroberto@uol.com.br


Ficha técnica do filme

Direção: André Iki Siqueira e Beto Macedo

Produtor associado: Roberto Berliner e Alexandre Niemeyer

Produção-executiva: Rodrigo Letier e Lorena Bondarovsky

Coordenação de produção: Paola Vieira

Direção de fotografia e câmera: Maurizio D’Atri

Trilha sonora: Sacha Amback

Edição: Pedro "Botafoguense" Bronz e Piu Gomes

Produção: TvZero

Co-produção: Canal 100



Escrito por Roberto Porto às 17h38
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A Fla-Prensa, com seu quartel-general instalado entre as ruas de Santana e Marquês de Pombal, no Centro do Rio, cometeu um erro estratégico indesculpável. Decidiu publicar, na principal página de esportes do grande jornal que lá é editado – por dezenas de periodistas rubro-negros – uma matéria com o excelente ex-goleiro Aílton Corrêa Arruda, o Manga, que estava literalmente esquecido em Miami, Flórida. Como o mais imbecil dos paralelepípedos da Praça da Cruz Vermelha sabe, Manga (ou Manguinha) é o autor do célebre grito de guerra nos treinos, "Um, dois três, o Flamengo é freguês", nos brilhantes 10 anos em que defendeu o gol do Glorioso Botafogo.

Ao invés de elaborar matérias com autênticos craques do Simpaticíssimo, como Jônatas, Toró e Obina – para não citar outros e este Blog se tornar enfadonho – a matéria, sob o título "O bicho era certo, sim", despertou um ânimo redobrado nos jogadores alvinegros e provocou um tremor de medo nos melhores representantes do Clube da Beira da Lagoa. E o resultado foi o que se viu no Maracanã, na tarde do último domingo: o rubro-negro, saudoso dos velhos tempos, decidiu voltar a cumprir o papel de freguês de caderno, do qual tinha se livrado faz pouco tempo. E o Botafogo, mesmo sentindo ainda as fugas traiçoeiras de Joílson, Juninho, Dodôping e Zé Cachaça Roberto, venceu a partida, vingando-se da suspeita derrota na final da Taça Guanabara.

No finalzinho do jogo, percebendo o inevitável fracasso, os jogadores do Simpaticíssimo perderam a cabeça, a elegância e a esportividade e partiram para a agressão a Castillo, George Henry e o capitão Lúcio Flávio, assim como fizeram na partida contra o Nacional, em Montevidéu, quando Toró – até hoje não sei por que Dunga não o convocou para a Seleção Brasileira – chegou a agredir um gandulinha à margem do campo. Por tudo isso o que ocorreu, o vice de futebol do crube (aliás, clube) da Gávea decidiu ameaçar seus jogadores com multas e suspensões de contrato. O placar de 3 a 2, ao final dos 90 minutos, foi até modesto diante das defesas milagrosas de Bruno.

A Fla-Prensa está inconformada e denota isso no jornal no qual derrama sua paixão. O Simpaticíssimo já levou um sacode medonho do Clube do Plano de Saúde e, agora, do Botafogo. Só falta desmoronar diante do Vasco da Gama e cair fora da Taça Libertadores. Aí não sobrará pedra sobre pedra no gigantesco (embora interditado) estádio da Gávea. Mas como o crube (aliás, clube) rubro-negro já está classificado para a finalíssima do Campeonato Carioca, sempre restará uma esperança. Mas os torcedores, a partir de agora, rezam para que o outro finalista não seja o Glorioso. Afinal de contas, o contrato de freguês de caderno, com dizia Manga, foi renovado por mais um bom período. E essa história de time misto é cascata das boas. Misto por misto – mesmo sem querer, vítima de traições – o Glorioso também foi obrigado a mandar para campo o que sobrou e vencer o jogo.

Particularmente, estou às gargalhadas...

Saudações Botafoguenses,

Roberto Porto

portoroberto@uol.com.br

PS.: E para comemorar, por hoje, só por hoje, ilustro o post do fim da escrita com o Infogol!* do Jorge Henrique, o baixinho rapidinho que também faz gols de cabeça (* Infogol! é marca registrada de www.infogol.com.br e de Edson Teramatsu).



Escrito por Roberto Porto às 09h15
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A FREGUESIA ESTÁ DE VOLTA...

 

Pois não é que justamente no dia em que o velho Aílton Corrêa Arruda, o Manguinha, dá uma entrevista para o jornal “O Globo”, reafirmando que mandava mesmo a esposa fazer compras antes de todo jogo entre o Botafogo e aquele time da beira da Lagoa, cai a escrita e a máscara do time que chuta crianças e agride adversários com chutes na cabeça?

 

E agora, Sr. Procurador?... Não precisa nem procurar.... as imagens estão aí, limpas e claras. É só indiciar os marginais que devem colocar suas barbinhas de molho.

 

Estamos esperando a súmula.

 

Saudações Botafoguenses,

Roberto Porto
portoroberto@uol.com.br

PS.: a charge que ilustra o blog da vitória é de autoria do ótimo caricaturista Alviño, do Jornal dos Sports.



Escrito por Roberto Porto às 20h09
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